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Emprega o Futuro  
Construir o Futuro
e-re@l
GIP Imigrante
   
Projectos

A intervenção de base preconizada neste território passa pela identificação de um conjunto de problemas interdependentes que afectam a empregabilidade dos jovens: baixa auto-estima; défice de competências pessoais e sociais; inexistência de projectos de vida; insucesso, abandono e absentismo escolar; exclusão social e comportamentos de risco; fenómenos de marginalização social e étnica.

Tendo por base o diagnóstico de necessidades do território, a orientação estratégica do Núcleo de Lisboa tendeu a reforçar o trabalho de apoio, orientação e encaminhamento de jovens para a sua inserção no mercado de trabalho e no reforço das suas competências pessoais, sociais e profissionais visando o reforço de aquisições que se mostrem como vantagens competitivas para o mercado de trabalho. 

 

Os projectos que decorreram durante o ano de 2009 em análise almejaram encontrar nova(s) maneira(s) de trabalhar a inserção social e profissional dos jovens, ajudando-os a ganhar competências úteis às empresas, fazendo-os ganhar um sentimento de realização pessoal, de auto-estima. O objectivo é menos o de “incluir” estes jovens mas o de encontrar novas maneiras para o fazer, dado que as formas correntes não resultam, e a partir daí, disseminar essas novas maneiras para aplicação em situações semelhantes. Assim sendo, as empresas e as instituições que operam no território, passaram a ser também um grupo alvo de intervenção, na medida em que  são  agentes essenciais  do processo de inserção.

Assim, o Núcleo assumiu a implementação dos projectos “E-re@l” (fase de dessiminação de resultados), “Emprega o futuro” (projecto a 3 anos – até Novembro de 2009), tendo tido igualmente aprovada uma UNIVA- Unidade de Inserção na Vida Activa em parceira com o IEFP e ACIDI.

Iniciado em Dezembro de 2008, contamos também com o Projecto “Construir o Futuro”, sob o financiamento do IDT, para os territórios de Apelação e Camarate, concelho de Loures, alargando a intervenção do Nucleo a novas realidades territoriais.