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Introdução
O ISU –Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária- foi fundado em 1989 com o estatuto de Associação Juvenil de Âmbito Nacional. Actualmente está constituído como Organização Não Governamental para o Desenvolvimento (ONGD) e pertence, desde 1991, à Plataforma das ONGD’s portuguesas, onde desempenha cargos de direcção desde 1997. Dada a sua diversidade de áreas de actuação, e embora apenas reconhecida oficialmente como Associação Juvenil e ONGD, poder-se-á considerar a integração do ISU no movimento das Associações de Desenvolvimento Local (ADL’s) e das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS). Todo o leque de actuação do ISU desenvolve-se tendo como base três linhas de fundo: o Voluntariado, a Cooperação e Educação para o Desenvolvimento e a Exclusão Social.

A actividade desta ONGD traduz-se, para além do desenvolvimento de diversos projectos de intervenção, numa sensibilização para questões relacionadas com o espírito de solidariedade e de cooperação mútua. Deste modo, o ISU aposta no voluntariado como forma de participação activa na sociedade, de cooperação mútua, de multiculturalidade, de tolerância e de abertura a desafios. É este o cunho subjacente às áreas de acção do ISU que constituem diferentes projectos com objectivos próprios.

Com uma sede em Lisboa, na Travessa do Possolo, e com núcleos na zona da Alta de Lisboa, Viana do Castelo, Faro, Vila Nova de Gaia e Viseu, o ISU conta para o desenvolvimento das suas actividades com um conjunto de técnicos contratados, estagiários, objectores de consciência e voluntários.
Visão
Promover a dignidade da pessoa humana e o seu reconhecimento a todos os níveis.
Missão
- Integrar e valorizar a diversidade sócio-cultural e pessoal dos vários intervenientes nos processos de
  desenvolvimento, através da partilha de recursos e competências;

- Promover o processo de transformação e desenvolvimento de competências pessoais, através de uma
  metodologia participativa (empowerment);

- Contribuir para processos de desenvolvimento local, através da complementaridade de recursos locais
  e externos.